sábado, 8 de janeiro de 2011

Seriados: House

 

House


House, M.D., também conhecida como Dr. House ou simplesmente House, é uma aclamada série médica norte-americana, criada por David Shore e exibida originalmente nos Estados Unidos pela Fox a 16 de Novembro de 2004. Já recebeu vários prémios, entre eles dois Globos de Ouro.
A personagem principal é o Dr. Gregory House, interpretado pelo actor inglês Hugh Laurie.
House é um infectologista e nefrologista que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau humor, cepticismo e pelo seu distanciamento dos pacientes, comportamento anti-social (misantropia), já que ele considera completamente desnecessário interagir com eles.
A acção passa-se num hospital universitário fictício chamado Princeton-Plainsboro Teaching Hospital, na cidade de Princeton no estado de New Jersey, nos Estados Unidos.
A série conta com seis temporadas completas. A sétima foi estreada nos EUA em 20 de Setembro de 2010 e em Portugal a 15 de Novembro de 2010 na FOX Portugal.
Em territórios lusófonos, o programa é transmitido em vários canais: no Brasil na Universal Channel, e em Portugal na FOX Portugal e na TVI, esta em sinal aberto.


Personagens

House, interpretado por Hugh Laurie, é o chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica do Hospital de Princeton-Plainsboro. Com ele, está uma equipa com os seguintes profissionais que o acompanharam durante as três primeiras temporadas, tendo eles voltado para equipa principal durante a sexta temporada:
  • Dr.ª Allison Cameron (Jennifer Morrison), uma imunologista;
  • Dr. Robert Chase (Jesse Spencer), um médico intensivista;
  • Dr. Eric Foreman (Omar Epps), um neurologista.
Durante a quarta e quinta série, House contrata três novos profissionais, após a demissão da equipa inicial. São eles:
  • Dr.ªRemy Hadley "Thirteen" (Olivia Wilde), uma médica de clínica geral.
  • Dr. Chris Taub (Peter Jacobson), um cirugião plástico
  • Dr. Lawrence Kutner (Kal Penn), um médico desportivo e fisiatra
Duas outras personagens fazem parte do elenco principal: Dr.ª Lisa Cuddy (Lisa Edelstein), directora do hospital e endocrinologista; e Dr. James Wilson (Robert Sean Leonard), oncologista, único e melhor amigo de House.
A personagem interpretada por Kal Penn, (Lawrence Kutner) foi removida após o actor ter tomado lugar num gabinete da Casa Branca.

Influência de Sherlock Holmes

Existem várias semelhanças entre a personagem House e Sherlock Holmes. O criador David Shore considera-se fã da personagem clássica criada por Sir Arthur Conan Doyle.
As semelhanças entre as duas personagens são evidentes em vários episódios da série, como o carácter psicológico que House usa para resolver os casos (bem como evitar aceitá-los) e a morada do médico (apartamento 221B, o mesmo número do apartamento de Holmes). House, assim como Holmes, apoia-se em um extremo poder de observação e dedução para solucionar os casos com que é confrontado. Outras semelhanças incluem o passatempo de House: o médico toca guitarra e piano, Holmes toca violino; bem como na dependência de drogas: House em Vicodin e Holmes em ópio. A amizade com Dr. James Wilson também é semelhante à amizade entre Holmes e o Dr. John Watson, e mesmo as iniciais dos amigos são as mesmas: J. W.
Algumas personagens no universo de House provêm também de Sherlock Holmes: Moriarty, o homem que atirou em House, é o nome do maior inimigo de Holmes, o Professor Moriarty.

A escolha dos actores

As personagens desta série conta vários actores. Antes da equipa final ter sido escolhida, o produtor Bryan Singer quis que House fosse interpretado por um actor norte-americano. Durante as provas de selecção para a série, Hugh Laurie estava nas filmagens de Flight of the Phoenix. Laurie enviou uma gravação vídeo como sua prova de casting conseguindo evitar o uso de sotaque britânico da língua inglesa, usando mais o norte-americano. Embora outros actores estivessem referenciados para o papel, tais como Dennis Leary (Rescue Me), Rob Morrow (Numb3rs) e Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), todos foram postos de parte e Laurie foi o escolhido pela sua interpretação, cativando assim o interesse do produtor.
O actor Robert Sean Leonard (para o papel James Wilson), recebeu, além do convite para o papel na série, um outro convite para a série Numb3rs da CBS que, no entanto, rejeitou pelo facto da personagem em Numb3rs aparecer demasiadas vezes. Quanto menos apareço, melhor!, afirmou. O actor também afirmou sentir-se familiar com o ambiente médico, dado que o seu sogro pratica medicina
O produtor Singer era fã de Lisa Edelstein no papel de prostituta no filme The West Wing e enviou-lhe uma cópia do guião original. Endelstein gostou da personagem Cuddy e foi ao casting para testar a personagem.
O agente do actor australiano Jesse Spencer sugeriu-o para que fosse a uma audição para a personagem Chase, embora tenha mostrado resistência no início. Spencer receava que a série pudesse a vir a ser demasiado similar a General Hospital. Mal viu o guião, o actor mudou de ideias e persuadiu os produtores para mudar a personagem para um australiano.
Omar Epps, que interpreta o papel de Dr. Eric Foreman, diz que inspirou-se no seu papel de interno turbulento na série da NCB ER. Jennifer Morrison afirmou ter feito a pior audição da sua vida. No entanto, o produtor observou o seu papel noutras séries, uma delas era Dawson's Creek, antes dela mesmo ser testada para o papel.

 FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/House,_M.D.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sessão da madrugada: As Sete Máscaras da Morte


As Sete Máscaras da Morte

SINOPSE: Edward Kendall Sheridan Lionheart pensava ser um dos melhores atores Shakesperianos de seu tempo, mas na verdade era medíocre e suas atuações exageradas. Para vingar-se de seus críticos, ele e sua filha, Edwina, traçam um plano para matar um a um. Assim, todos os que falaram mal da atuação de Edward são mortos da mesma forma que o personagem principal de várias peças de Shakespeare.


Título: As Sete Máscaras da Morte (Theatre of Blood)
Ano: 1973
Elenco: Vincent Price (Edward), Diana Rigg (Edwina), Coral Browne (Miss Cloe Moon), Harry Andrews (Trevor Dickman), Ian Hendry (peregrino Devlin), Madeleine Smith (Maggie)
Diretor: Douglas Hickox.




Este filme é considerado por muitois o melhor de Vincent Price. Ele mesmo se orgulhava de tê-lo filmado, pois era um sonho que se tornava realidade após muitos anos. Price sempre quis interpretar Shakespeare, mas os diretores o deixavam de fora destas produções por ser um ator essencialmente do meio do terror.




Opinião: "Ser ou não ser..." o melhor filme dos anos 1970??? "Ser", para os fãs do gênero e de Price.
NOTA: 10.




Curiosidades:


- O teatro onde Edward se esconde era na verdade um hipódromo;
- Um cemitério de Londres foi usado nas filmagens;
- Em 2005 o filme virou peça teatral e a filha de Diana Rigg interpretou o mesmo papel que a mãe fizera há 32 anos;
- Lançamento: 5 de abril de 1973.

"Um bom filme, uma óptima historia e um excelente elenco. Recomendo assistir"

FONTE:http://deadlymovies.blogspot.com/2009/08/teatro-de-sangue.html

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

WOLFGANG AMADEUS MOZART


Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburgo, na Áustria, em 27 de janeiro de 1756. Batizado como Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart. Posteriormente seu pai mudou 'Wolfgangus' para 'Wolfgang'; '\Theophilus' para 'Amadeus' (amor a Deus); e cortou o 'Johannes Chrysostomus'. Foi um menino prodígio de uma família de músicos, que começou a compor com a idade de cinco anos. Seu pai chamava-se Leopold Mozart, também compositor. Algumas das primeiras obras que Mozart escreveu quando menino foram duas pequenas composições para dois pianos, destinadas a serem interpretadas por ele e seu irmão.

Mozart viveu grande parte de sua vida em Viena, de onde frequentemente viajava por toda a Europa. É considerado um dos maiores gênios da música clássica, e um dos compositores mais populares em concertos sinfônicos no mundo inteiro. Mostrou em muitos de seus trabalhos, que podia escrever peças tão maravilhosas para os instrumentos como para cantores líricos, violino ou piano. Sendo máximo expoente, junto com Haydn do período do classicismo, Mozart é considerado o compositor que iniciou a transição para o período romântico da música clássica.

Suas sinfonias posteriores influenciaram o estilo do período. Beethoven, um dos mais conhecidos compositores, foi influenciado por Mozart e escreveu inspirado sobre algumas das suas obras, em especial o Concerto para piano nº 20. Mozart teve uma memória e uma capacidade de trabalho extraordinárias. Quando criava uma nova obra a tinha por inteiro na cabeça, e então, era só escrevê-la. Numa ocasião compôs uma sinfonia inteira no mesmo dia. Tchaikovsky também admirava Mozart e lhe dedicou sua obra Mozartiana.

Em 1786, compõe a primeira ópera em que contou com a colaboração de Lorenzo da Ponte: As bodas de Fígaro. A ópera fracassa em Viena, mas faz um sucesso tão grande em Praga que Mozart recebe uma encomenda de uma nova ópera. Esta seria Don Giovanni, considerada por muitos a sua obra-prima. Mais uma vez, a obra não foi bem recebida em Viena. Mozart ainda escreveria Così fan tutte, com libreto de Da Ponte, em 1789 (que seria a última colaboração de Lorenzo da Ponte).

A partir de 1786 sua popularidade começou a diminuir junto do público vienense, o que agravaria a sua condição financeira. Isso não o impediu de continuar compondo obras-primas, como Quintetos de cordas K.515 em Dó maior, K.516 em Sol menor em 1787. Sinfonias: K.543 em Mi bemol maior nº39; K.550 em Sol menor nº40, que a sua música mais importante e famosa; K.551 em Dó maior nº41 em 1788, e um Divertimento para Trio de Cordas: K.563 em 1788, mas nos seus últimos anos a sua produção declinou devido a problemas financeiros, à precariedade da sua saúde e da sua esposa Constanze; aliados a uma crescente preocupação do compositor em relação à sinceridade do amor que esta o dedicava e à crescente frustração com o não reconhecimento.

Em 1791 compõe suas duas últimas óperas: A Flauta Mágica (Die Zauberflöte) e A Clemência de Tito, seu último concerto para piano: K.595 em si bemol maior e o belo Concerto para clarinete em lá maior K.622. Na primavera desse ano, recebe a encomenda de um Réquiem K.626. Contudo, trabalhando em outros projetos e devido aos problemas com a saúde, a obra ficou inacabada*.

Mozart é provavelmente o maior gênio musical da história. Apesar de ter sido tão brilhante, não teve uma vida fácil. Muitas vezes, não recebeu o pagamento prometido pelo seu trabalho. Gradativamente, sua saúde começou a enfraquecer. Viveu apenas um pouco mais da metade do que Beethoven, mas foi assombrosamente prolífico desde sua infância até sua morte em 1791.

Até hoje existe muita polêmica quanto ao túmulo de Mozart. Na verdade, o túmulo está localizado na Áustria e é motivo de grande visitação por parte de turistas do mundo inteiro.

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* Há uma lenda que diz que o Réquiem estaria sendo composto para tocar em sua própria missa de sétimo dia.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sabia dessa? Mel Brooks já fez paródia de Alfred Hitchcock



A década de 70 foi a época de ouro na carreira do multifacetado Mel Brooks, misto de ator, diretor e roteirista que é considerado um dos grandes nomes da comédia hollywoodiana. Nesse período, foram lançados alguns de seus maiores clássicos como Banzé no Oeste e O Jovem Frankenstein.
Outro sucesso desta época é Alta Ansiedade (1977), longa no qual Brooks fez uma homenagem bem-humorada a um de seus ídolos, o mestre do suspense Alfred Hitchcock. Os espectadores da época puderam conferir em primeira mão versões divertidas de cenas de terror antológicas. Entre elas, a perseguição de Os Pássaros e a famosa cena do chuveiro de Psicose.
 Para saber mais sobre Alta Ansiedade, clique no vídeo abaixo:




FONTE: http://blog.telecine.globo.com/platb/moviebox/2010/12/16/sabia-dessa-mel-brooks-ja-fez-parodia-de-alfred-hitchcock/

domingo, 12 de dezembro de 2010

Esta com fome? Aqui vai uma receita muito deliciosa, facil e rápida

Sanduíche americano

Presunto
queijo
tomates
alface
ovos estrelados
manteiga


Passar uma camada farta de manteiga sobre cada fatia de pão de forma. Sobre a metade das fatias colocar uma fatia de presunto, uma fatia de queijo e levar ao forno, isto é, as fatias cobertas e as simples. Derretido o queijo, tirar do forno. Sobre as fatias de pão cobertas com o presunto e o queijo colocar um ovo estrelado, duas rodelas de tomate, polvilhadas com sal e uma folha de alface bem tenrinha. Cobrir tudo isto com uma outra fatia de pão que foi ao forno, apenas coberta por uma camada de manteiga. Cortar o sanduíche em 2 triângulos, prenda cada um com um palito e sirva bem quente.



Qual a origem do Papai Noel?



Uma lenda cercada de mistério e magia
Quem nunca acreditou em Papai Noel? Um velhinho com roupas vermelhas, barba branca, cinto e botas pretos que passa de casa em casa para deixar presentes às famílias. De geração em geração, a lenda do Santa Clauss ganha mais realidade no mês de dezembro, quando o mundo celebra o nascimento de Jesus Cristo. Será que ele existe? Será lenda? Bem, isso depende de cada um. Mas diz a história que o bom velhinho foi inspirado na figura de um bispo que de fato existiu.
São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Quando seus pais morreram, ele doou todos os seus bens e optou pela vida religiosa. Com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote e logo tornou-se arcebispo de Mira. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote. O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé. A mesma coisa aconteceu quando chegou a vez da segunda. O pai, afim de descobrir o que estava acontecendo, permaneceu espiando a noite toda. Ele então reconheceu Nicolau, e pregou sua generosidade a todo o mundo.
A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a Igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro, tal como fazia o Menino Jesus, segundo a tradição destes tempos e que ainda hoje continua em alguns pontos da América Latina.
Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos a tradição de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau – a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santa Claus – nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos – foram dois escritores de Nova York. O primeiro, Washington Irving, escreveu em 1809 um livro em que São Nicolau já não usava a vestimenta de bispo, transformando-o em um personagem bonachão e bondoso, que montava um cavalo voador e jogava presentes pelas chaminés. Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó.
Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende. Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.
O símbolo de Santa Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a remodelação do Santa Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu – de uma propaganda da Coca-Cola! – o Papai Noel que a gente conhece.

fonte:Redação Terra